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terça-feira, 17 de setembro de 2019

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publicado em 15/07/2016

Coletivo da Caixa esteve reunido na quinta-feira (07)

Entre os temas abordados estão: a aprovação do PLS 555/2015; o processo de promoção por mérito; a eleição de delegados sindicais; a suspensão do pagamento da insalubridade aos avaliadores de penhor, a alteração do pagamento da função de caixa e a retomada do Fórum Condições de Trabalho.
 
Com relação ao processo de promoção por mérito, os representantes dos empregados constataram que as promoções foram em número e valores aquém do esperado e buscaram o aprimoramento da sistemática, o que foi inviabilizado pela Caixa. “Para o ano de 2016, conseguimos garantir a divulgação tempestiva para que todos os empregados tenham conhecimento das regras de avaliação durante o período", explica a diretora de Cultura da FETEC-CUT/SP e coordenadora do Coletivo Estadual da Caixa, Jackeline Machado.
 
Remuneração: foi debatido o duro golpe que a direção da Caixa está dando nos segmentos de caixa e penhor, com a alteração feita para a nomeação de caixas - que, por norma interna, a partir de julho passam a ser nomeados exclusivamente na modalidade "por minuto", e a retirada do adicional de insalubridade dos avaliadores de penhor.
 
As medidas, que alteram injustificada e unilateralmente a remuneração dos trabalhadores desses segmentos, foram pautadas para discussão pela Comissão Executiva dos Empregados, para mobilização nacional e enfrentamento da situação junto à direção da empresa.
 
Fórum Condições de Trabalho: também foi discutida a retomada das reuniões do Fórum Condições de Trabalho, importante ferramenta para construção de soluções de problemas relativos à estrutura física das unidades, jornada de trabalho, acompanhamento de resultados e conflitos no ambiente de trabalho. Na Gipes SP a próxima reunião será no dia 21 de julho, com a participação dos sindicatos do ABC, Guarulhos, Mogi das Cruzes, São Paulo, Taubaté e Vale do Ribeira.
 
"Os empregados da Caixa estão sendo esmagados pela arrogância de uma direção que teima em ignorar o diálogo e passa a adotar, visivelmente, a cartilha da economia barata, aquela que não visa a racionalidade nem preserva os maiores valores da empresa, que são sua missão social e seu quadro de empregados. A reação deve ser do conjunto de seus trabalhadores e cabe ao movimento sindical a sua organização, então agradecemos aos sindicatos que participam dessa construção”, finaliza Jackeline.
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