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quarta-feira, 23 de outubro de 2019

EM CIMA DA HORA

publicado em 29/09/2016

Mais um dia de greve forte dos bancários

Após mais uma proposta ruim apresentada pelos bancos na mesa de negociação, categoria mantém paradas agências e concentrações de bancos públicos e privados por toda São Paulo, Osasco e região
 
Após mais uma proposta ruim apresentada pela federação dos bancos (Fenaban) na mesa de negociação, a categoria começou com força o 24º dia de greve nacional dos bancários. São agências e concentrações paralisadas desde as primeiras horas da manhã por toda São Paulo, Osasco e região.
 
Estão fechados o CT e o prédio da Rua Fábia, do Itaú; a Nova Central do Bradesco; o Vila Santander. Também pararam centenas de agências de bancos públicos e privados na Casa Verde, Pirituba, Jaçanã, Vila Guilherme, Jaraguá e corredor da Avenida Braz Leme, na zona norte de São Paulo; Largo 13 de Maio, Praça Floriano Peixoto e corredor da Avenida Adolfo Pinheiro, na zona sul; Ipiranga, Penha e corredor da Avenida Celso Garcia, que ficam na área da regional leste do Sindicato; corredor da Avenida Faria lima e ruas Pedroso de Moraes e Cunha Gago, na zona Oeste; corredores das avenidas Paulista e Jabaquara e Rua Augusta; além de dezenas de unidades nos centros velho e novo da capital, bem como estabelecimentos em Barueri e região de Alphaville, na Grande São Paulo.
 
No dia anterior, na quarta 23, foram 836 locais de trabalho fechados, mobilizando quase 30 mil trabalhadores.
 
NEGOCIAÇÃO
Os bancos apresentaram ao Comando Nacional da categoria, nessa quarta-feira 28, a proposta para um acordo de dois anos com manutenção do reajuste de 7% para 2016, mais abono de R$ 3.500, reforçando que não vão repor a inflação este ano. Para 2017 o aumento seria de 0,5% acima da inflação.
 
A proposta foi rejeitada na mesa de negociação pelo Comando já que, além de insistir no reajuste rebaixado em 2016, não trazia qualquer avanço na manutenção dos empregos, reivindicações de saúde e condições de trabalho. Para VA, VR e auxílio-creche o reajuste também seria de 7%, abaixo da inflação, quando esses itens subiram em média 14%.
 
O Comando orientou a realização de assembleias nos sindicatos na segunda-feira (3) para debater e orientar os rumos do movimento e informou à Fenaban que manterá um plantão para negociar uma nova proposta.
 
 
Fonte: Seeb/SP, com edições da FETEC-CUT/SP
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