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sábado, 22 de fevereiro de 2020

EM CIMA DA HORA

publicado em 23/09/2016

Bancário em greve há 18 dias, culpa do banqueiro

Depois de travarem maiores centros administrativos dos grandes bancos em São Paulo, Osasco e região, trabalhadores chegam ao final da semana cobrando retomada das negociações e proposta digna.
 
São Paulo – Depois de um dia histórico, em que centros administrativos estratégicos dos maiores bancos do país foram fechados, os bancários chegam nesta sexta-feira ao 18º dia de greve.
 
Assim, nesta sexta-feira 23, além de centenas de agências de bancos públicos e privados em São Paulo e toda região de Osasco, estão fechados os Centros Administrativos do Santander (Casa 1 e 3); o Bradesco Faria Lima e o Telebanco Santa Cecília; os prédios das ruas Fábia e Jundiaí, o CTO e o CA Brigadeiro, do Itaú; a Superintendência do BB; O Cedes e Cepti (Rerop) da Caixa Federal.
 
Parou geral - Na quinta 22, foram paralisadas as atividades da Cidade de Deus, matriz do Bradesco; do Centro Empresarial Itaú Ceic; da Torre do Santander; dos prédios da Caixa e da Superintendência do BB na Paulista. “Nossa greve é cada vez mais forte e não vai parar enquanto os bancos não melhorarem essa proposta”, disse a presidenta do Sindicato, Juvandia Moreira, em discurso na Cidade de Deus. “E que fique bem claro: além de uma proposta digna, nossa luta é também contra todos os ataques que estão sendo feitos contra a classe trabalhadora. Não aceitamos nenhum direito a menos.”
 
Cadê a proposta? – O Sindicato enviou nota à imprensa, cobrando a retomada das negociações. “Os bancos, que representam o setor mais rentável do país, mantêm a categoria em greve, prejudicando os trabalhadores e toda a população. Reiteramos que estamos à disposição para negociar e cabe aos bancos chamar para uma nova reunião, apresentar proposta digna aos trabalhadores e encerrar a greve”, informa trecho da nota.
 
Fonte: Seeb/SP
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