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domingo, 17 de novembro de 2019

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publicado em 24/02/2017

Bancários vão intensificar campanha em defesa dos bancos públicos

Coordenadores das comissões de funcionários dos bancos públicos federais, regionais e estaduais se reuniram da quinta-feira (23), em São Paulo, para definirem estratégias para a intensificação da Campanha Nacional em Defesa dos Bancos Públicos. “Intensificamos as ações específicas em defesa dos bancos públicos para mostrar a importância deles para a sociedade e barrar essa onda de sucateamento, que tem como objetivo a abertura de espaço para os bancos privados e, posteriormente, a privatização dos bancos públicos”, explicou Antonio Sabóia, secretário de Bancos Federais da Federação dos Bancários da CUT de São Paulo (FETEC-CUT/SP).
 
No dia 9 de março será feito um lançamento nacional da Campanha em Defesa dos Bancos Públicos.
 
Sob o comando de Michel Temer, o governo federal lançou uma série de medidas de reestruturação do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal, com o fechamento de agências e departamentos e a redução do quadro de funcionários por meio de incentivo à demissão voluntária, sem a reposição das vagas. Realizou também uma descapitalização no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “O governo federal interfere também nos bancos públicos estaduais com a vinculação da negociação da dívida dos estados à federalização dos bancos ou sua privatização”, disse o dirigente da FETEC-CUT/SP.
 
Ação conjunta
Além de atividades para defesa de todas as empresas públicas, em conjunto com o Comitê Nacional em Defesa das Empresas Públicas e entidades que a compõem, os bancários vão articular atividades em conjunto com os movimentos sociais. “Os bancos públicos são os maiores responsáveis pelos financiamentos e manutenção das políticas sociais, como o financiamento habitacional, o crédito agrícola e o fomento às micro e pequenas empresas. Em resumo, são eles os responsáveis pela construção da casa própria, pela produção de alimentos e pela geração de emprego. Sucatear os bancos públicos é colocar em risco tudo isso”, afirmou Aline Molina, presidenta da FETEC-CUT/SP.
 
A intensão é mostrar a importância dos bancos públicos para dar maior visibilidade à campanha e ampliar o diálogo com a população para fortalecer a campanha, além de fortalecer a pressão sobre o Congresso Nacional e a opinião pública.
 
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  Fonte: FETEC/SP
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